Assim como a ATM, o tórus mandibular também tem várias causas. Aliás, você pode desenvolver esse problema ao longo da vida, ou nascer com ele.
Mesmo assim, existem algumas causas mais comuns para o tórus maxilar e bucal.
A oclusão é o nome dado ao movimento de encaixe dos dentes superiores com os inferiores. Quando uma pessoa morde com muita força, pode causar problemas, como o tórus mandibular.
É lógico que isso não acontece da noite para o dia. O tórus mandibular acontece quando existe uma intensidade maior durante muito tempo.
Por isso, é muito importante ter atenção na hora de mastigar alimentos, por exemplo. Faça com calma, para se proteger do tórus na boca.
Quando um adulto desenvolve o tórus mandibular, geralmente está associado com o bruxismo. Esse problema, por sua vez, é ligado ao movimento da mandíbula e à força exercida na região.
O bruxismo é um transtorno em que uma pessoa range ou aperta os dentes, geralmente durante o sono. Como não consegue controlar esse problema, ele pode levar a problemas na região.
Esse hábito nocivo pode trazer como consequência o tórus maxilar, que se torna uma sequela do problema.
Além de alguns hábitos no decorrer da vida que podem levar ao tórus na boca, os fatores genéticos também influenciam nesse problema.
Por exemplo, é provável que você desenvolva um tórus mandibular caso já tenha algum caso na sua família.
Além disso, pessoas com mais de 30 anos são mais propensas a desenvolver alguns dos tipos de tórus que existem.
Como dito antes, essa condição ocorre como um crescimento ósseo ao lado e abaixo da língua. E o tórus mandibular pode levar a um ou a vários crescimentos. Além disso, eles podem se desenvolver em um ou nos dois lados da boca.
Geralmente, o tórus maxilar é uma condição assintomática, ou seja, que não apresenta sintomas nítidos de seu problema. Porém, existem alguns que podem indicar, como:
dificuldade para mastigar;
problema na fala;
dificuldade no ajuste dos aparelhos ortodônticos.
Se você usa dentadura, o crescimento pode interferir no ajuste da prótese inferior.
A prótese pode ficar desconfortável e pode não permanecer no local. Os tecidos moles que cobrem o crescimento também podem ficar ulcerados em alguns casos.
Mesmo que o crescimento do osso embaixo da língua seja assintomático, ele precisa ser avaliado pelo(a) dentista.
Se o(a) dentista confirmar que o crescimento é um tórus mandibular, talvez ele(a) não recomende o tratamento. Esse tipo de problema geralmente não é removido.
Em alguns casos, seu crescimento pode ser doloroso ou interferir nas próteses. Nessa situação existem algumas intervenções que podem ser feitas, como a cirurgia de tórus na mandíbula.
Para isso, você deve procurar um(a) cirurgião(a) dentista. Ele(a) pode usar instrumentos cirúrgicos tradicionais para removê-lo, ou métodos mais recentes, como o laser.
Nesse tempo, é importante que você evite tocar e mexer nesse osso embaixo da língua, para evitar dores e desconfortos.
Além disso, procure sempre manter a região limpa para não ter piora nos sintomas ou atrapalhar na hora de comer. Para isso, mantenha uma boa higiene bucal, escovando seus dentes com regularidade.
Também use produtos que ajudem na proteção de seus dentes e gengiva, como a pasta de dente Colgate Pro Alívio Real White.
Ela cria uma barreira de longa proteção contra a sensibilidade, além de ajudar a trazer de volta a brancura dos dentes e o nosso bem-estar.
Existem quatro tipos de tórus na mandíbula: planos, fusiformes, nodulares e lobulares. Eles estão relacionados com a quantidade de saliências na região e com sua aparência.
Dificilmente, a cirurgia de tórus na mandíbula pode causar alguma complicação. Mas, em alguns casos, o paciente pode apresentar hematomas e infecções na região, assim como má cicatrização.
A principal diferença entre o tórus palatino e mandibular é a sua localização. O primeiro está presente na arcada superior. Já o segundo, está exclusivamente na mandíbula e abaixo da língua.
Este artigo tem como objetivo informar e difundir o conhecimento sobre tópicos gerais de saúde bucal. Esse conteúdo não deve substituir a orientação, o diagnóstico nem o tratamento profissional. Sempre procure a orientação do seu dentista ou de outro especialista para quaisquer dúvidas que você possa ter com relação à sua condição médica ou ao seu tratamento.
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